Stanley usa IA para processos, mas não para criatividade em publicidade

Stanley usa IA para processos, mas não para criatividade em publicidade

A marca lifestyle Stanley 1913 aplica ativamente inteligência artificial para processos internos, mas recusa seu uso em criativos publicitários que o consumidor vê. Quem afirmou foi a diretora de marca, Kate Ridley. Enquanto muitas empresas buscam automatizar tudo — desde compra de mídia até produção de conteúdo — a Stanley traça uma linha clara: IA é permitida em tudo, exceto no que o cliente vê.

Posição da Stanley sobre IA no marketing

Segundo Ridley, a empresa “não usou IA para criativos externos voltados ao consumidor” e não planeja fazê-lo num futuro próximo. Enquanto muitas marcas buscam automatizar tudo — desde compra de mídia até produção de criativos, citando velocidade e economia — a Stanley traça uma linha clara: IA é permitida em tudo, exceto no que o cliente vê.

Onde a IA é aplicada

Inteligência artificial é usada nas etapas de ideação, conceito e pré-produção. “A IA assume muito trabalho manual em nossos processos e é útil na personalização, mas não vejo que a usemos no sentido criativo”, destacou Ridley. Essa política vale até mesmo na nova campanha para a garrafa Vitalized Temp.

Stanley usa IA para processos, mas não para criatividade em publicidade

Aposta em recursos próprios e criadores

Em vez de terceirizar o criativo, a Stanley investe em sua própria equipe: departamentos internos na América do Norte e Europa, além de seu próprio estúdio fotográfico, que serve como motor de conteúdo da marca. A empresa aumentou significativamente o orçamento para trabalhar com criadores de conteúdo.

“Voltamos a uma abordagem mais tradicional — enviar produtos e fornecê-los a mais criadores para uma conexão autêntica. Para a Geração Z, isso é importante: eles percebem de longe relações pagas falsas”, destacou Ridley.

regras internas de uso de IA

A Stanley está desenvolvendo restrições internas para o uso de IA. “Temos diferentes centros criativos nas regiões que criam suas próprias ferramentas de marketing. Precisamos garantir que, se usarem IA para personalização, o façam de forma consistente, com os mesmos limites”, explicou Ridley. A empresa não descarta abandonar totalmente a IA, mas por enquanto foca na criatividade humana.

Stanley usa IA para processos, mas não para criatividade em publicidade

Perguntas frequentes

A Stanley usa IA para criar anúncios?

Não, a empresa não aplica IA generativa em conteúdo que o consumidor vê, por princípio.

Onde a IA é aplicada na Stanley?

A IA é usada em etapas internas: ideação, conceito, personalização e otimização de processos.

Stanley usa IA para processos, mas não para criatividade em publicidade

Como a Stanley promove produtos sem IA?

A marca aposta em suas próprias equipes criativas e no trabalho com criadores de conteúdo por meio de colaboração autêntica.

Conclusão

No fim, a Stanley escolhe um equilíbrio: eficiência da IA internamente e criatividade humana no que os clientes veem. Essa abordagem pode se tornar um exemplo para outras marcas que buscam um meio-termo no uso da tecnologia. Se você quer saber mais sobre estratégias de marcas na era da IA, inscreva-se em nossas atualizações e fique por dentro das últimas tendências.

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