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  • OpenAI: «Melhorias» na publicidade e parcerias de mídia com casas de apostas esportivas

    OpenAI: «Melhorias» na publicidade e parcerias de mídia com casas de apostas esportivas

    No mundo moderno, onde a tecnologia se desenvolve a uma velocidade incrível, a OpenAI está implementando «melhorias» controversas em criativos de publicidade, alterando títulos e links sem supervisão humana. Simultaneamente, gigantes da mídia, incluindo CBS e CNN, estão ativamente firmando parcerias com casas de apostas, o que levanta questões sobre os limites da ética e da transparência antes das eleições. Essas mudanças estão moldando uma nova realidade para arbitradores e profissionais de marketing digital, oferecendo tanto oportunidades sem precedentes quanto riscos significativos.

    OpenAI e «melhorias» na publicidade: automação ou perda de controle?

    Desde o lançamento de sua plataforma de publicidade no início do ano, a OpenAI tem enfatizado a importância de uma publicidade segura e relevante. No entanto, as recentes «melhorias» nos criativos de publicidade, que podem afetar tudo – do título ao link de destino, levantam sérias preocupações.

    Essencialmente, isso significa a potencial exclusão do controle humano do processo de tomada de decisão sobre os criativos. Nós, como arbitradores digitais, vemos isso como uma faca de dois gumes.

    Por um lado, a automação pode reduzir o CPM e simplificar a escalabilidade. Por outro lado, sem testes adequados e estatísticas transparentes, isso pode levar ao desperdício de orçamento.

    Mídia e jogos de azar: uma nova era de parcerias

    De mercados de previsão a casas de apostas esportivas diretas

    «Anteriormente, a mídia justificava a colaboração com mercados de previsão como Kalshi e Polymarket dizendo que não eram exatamente jogos de azar. Mas agora a CBS está abertamente fazendo parceria com a DraftKings, exibindo sua marca no ar durante as eleições», relata o Status.

    A CNBC foi a primeira organização de notícias a colaborar com a Kalshi, integrando dados de previsão em suas notícias. Agora, CBS, CNN, Fox News e Associated Press também têm acordos com a Kalshi.

    A Substack e a Dow Jones, empresa-mãe do The Wall Street Journal, colaboram com a Polymarket. Esses «mercados de previsão» negam ser casas de apostas, embora aceitem apostas esportivas e colaborem com ligas esportivas.

    Mas agora a CBS está dando o próximo passo, colaborando diretamente com a DraftKings, o que significa a integração aberta de uma marca de apostas no conteúdo de notícias.

    OpenAI: «Melhorias» na publicidade e parcerias de mídia com casas de apostas esportivas — illustration 2

    Patrocínios esportivos: uma nova economia de alcance

    Em meio à crescente pressão sobre os profissionais de marketing para provar a rentabilidade da publicidade, os gastos com espaços publicitários tradicionais durante os jogos da NBA não são mais uma escolha óbvia, como relata a Digiday. Em vez disso, os patrocínios estão se tornando uma forma cada vez mais popular para as marcas criarem associações com a NBA e seus jogadores, indo além dos intrusivos comerciais de 30 segundos.

    Os acordos de patrocínio agora representam cerca de 15% da receita da NBA, atingindo 1,9 bilhão de dólares, de acordo com a Sportico. Vemos nisso o potencial para publicidade programática e banners em vídeos curtos, onde é possível obter CPM abaixo de 50 rublos.

    • A Ledger, uma empresa de blockchain, fechou um acordo com o San Antonio Spurs. De acordo com a empresa, os fãs do Spurs são 4,8 vezes mais propensos a nomear a Ledger como a empresa líder em sua categoria e duas vezes mais propensos a preferi-la aos concorrentes. Esta é uma matemática real que prova a eficácia.
    • No entanto, grandes parcerias esportivas exigem uma verificação cuidadosa da eficácia. A Adidas, que gastou mais de 1 bilhão de dólares em marketing durante a Copa do Mundo, agora está sob pressão dos investidores, que exigem provas de retorno.

    Perguntas frequentes

    Qual é o perigo das «melhorias» na publicidade da OpenAI?

    O principal perigo reside na perda do controle humano sobre os criativos, o que pode levar a publicidade irrelevante ou ineficaz, bem como a potenciais riscos de reputação. Isso requer testes de hipóteses cuidadosos e monitoramento constante.

    Por que as parcerias de mídia com casas de apostas esportivas levantam questões?

    Essas parcerias borram as linhas entre o conteúdo de notícias e a publicidade de jogos de azar, o que pode minar a confiança na mídia e levantar questões éticas, especialmente no contexto da cobertura eleitoral.

    Quais são as alternativas para contratos de publicidade caros com celebridades?

    As alternativas são patrocínios estratégicos, publicidade em banner em vídeos curtos (YouTube Shorts, TikTok, Reels), onde é possível obter alcance barato e alcance em massa por centavos. Isso permite não pagar influenciadores, mas obter estatísticas transparentes e testar hipóteses por 1000 rublos.

    Conclusão

    O mundo da publicidade e da mídia está mudando rapidamente. Enquanto a OpenAI experimenta a automação de criativos, os gigantes da mídia buscam novas fontes de receita em parcerias com casas de apostas esportivas. Nós, como arbitradores, vemos nisso tanto riscos quanto enormes oportunidades para aqueles que estão dispostos a se adaptar.

    Esqueça os blogueiros e os contratos caros. Hoje, CPM abaixo de 50 rublos por milhões de alcances é uma realidade que pode ser obtida através da publicidade em banner no Shorts. Quer comprar alcance sem criar um vídeo e obter um banner nativo no Shorts? Entre em contato conosco para saber como podemos ajudar seu negócio a obter alcance em massa por centavos com estatísticas transparentes.

  • Cortes de podcast: O vídeo é um trampolim, não se esqueça do áudio!

    Cortes de podcast: O vídeo é um trampolim, não se esqueça do áudio!

    Num mundo onde o conteúdo de vídeo domina todas as plataformas, a YouTube-shorts-2026-kak-narezat-strimy-dlya-virusnogo-uspekha/” title=”Algoritmo do YouTube Shorts 2026: Como cortar streams para sucesso viral”>edição de podcasts e seus formatos de vídeo estão se tornando cada vez mais populares. No entanto, apesar do crescente interesse em videocasts, o áudio tradicional ainda desempenha um papel fundamental. Surge a questão: o áudio não ficará na sombra enquanto os podcasts exploram ativamente os formatos de vídeo e a CTV?

    Videocasts: Mina de ouro ou distração?

    Serviços de streaming e até mesmo redes a cabo estão ativamente licenciando e produzindo seu próprio conteúdo de podcast. Seu objetivo é a monetização através da publicidade e a atração de novos assinantes. Nesse contexto, o áudio tradicional se encontra em uma posição familiar, mas desconfortável.

    Maria Tullin, vice-presidente sênior de estratégia de áudio e podcasts da Horizon Media, afirma: isso não acontecerá. “Eu veria o vídeo como uma porta de entrada”, diz Tullin, que supervisiona todos os projetos de áudio da Horizon com foco em sua eficácia. Ela enfatiza que a Horizon adapta os investimentos em áudio para cada cliente, mas o foco principal está no streaming e no podcasting como os dois maiores canais.

    Medindo a eficácia: novas abordagens e velhos problemas

    Maria Tullin observa que os métodos de medição da eficácia da publicidade em áudio evoluíram significativamente. Se antes eram apenas códigos promocionais e URLs de vaidade, agora o foco mudou para a atribuição de pixels. O principal problema é o YouTube. “Recomendamos que os clientes participem do simulcast do YouTube, mas não consigo medir isso com a mesma precisão”, explica Tullin.

    Videocasts: quem é responsável por eles?

    Para a Horizon Media, os videocasts permanecem sob a responsabilidade da equipe de Tullin, especialmente quando se trata de parcerias com programas. “Nós cuidamos de praticamente tudo relacionado aos programas”, diz ela. “Embora às vezes, devido à interseção com a transmissão tradicional e o vídeo, um podcast possa acabar na mesa de outra equipe. Não somos muito meticulosos na distribuição de tarefas, mas isso não significa que paramos de fazer isso só porque é vídeo.”

    YouTube: marca ou performance?

    Trabalhar com o YouTube requer uma abordagem especial. As recomendações dependem dos objetivos do cliente. Se o cliente está acostumado com a atribuição de pixels, o YouTube pode ser alocado em um orçamento separado como uma ferramenta para branding. Para outras marcas, focadas no contato direto com o consumidor e com orçamentos sociais, os simulcasts podem ser mais aceitáveis, pois estão acostumadas a outro tipo de dados, que não pixels.

    Orçamentos de podcast: de onde vem o dinheiro?

    Como regra, os fundos para podcasts são alocados do orçamento de áudio. No entanto, há casos em que não há orçamento de áudio. Então, os clientes podem usar um orçamento de influenciadores para explorar podcasts. Nessas situações, a Horizon Media se envolve e, no processo, pode sugerir a consideração de streaming também.

    Evolução do mercado: vantagens e riscos

    “É uma faca de dois gumes. Por um lado, é ótimo que as pessoas estejam interessadas em podcasts. Por outro lado, fico menos feliz que, embora muitos programas com forte audiência e grande presença em vídeo sejam ótimos, eles não são os únicos no mercado”, compartilha Maria Tullin.

    Existem muitos criadores talentosos com podcasts que priorizam o vídeo e formatos exclusivamente de áudio que merecem atenção. Tullin se esforça para interessar os clientes nas oportunidades, mas adverte contra o investimento excessivo apenas em grandes nomes. Isso leva à saturação, menor eficácia da publicidade e pior experiência do usuário.

    Cortes de podcast: O vídeo é um trampolim, não se esqueça do áudio! — ilustração 2

    Conselhos para profissionais de mídia iniciantes

    Maria Tullin enfatiza a importância de estabelecer limites no trabalho, mas pede equilíbrio. É importante não apenas fazer o seu trabalho, mas também se esforçar para entender o que está acontecendo no nível superior. “Ao fazer seu trabalho isoladamente, você não avançará”, afirma Tullin. “Faça perguntas sobre o que seu gerente está fazendo, ofereça ajuda se estiver interessado. É isso que leva ao avanço, porque você mostra que se importa com o próximo nível, e não apenas quer uma promoção por causa da promoção.”

    Perguntas frequentes

    O que é um simulcast?

    Simulcast é a transmissão simultânea de conteúdo de mídia (por exemplo, um podcast ou stream) em várias plataformas, como YouTube e Twitch ou Libsyn.

    Como a eficácia da publicidade em podcasts é medida?

    Tradicionalmente, eram usados códigos promocionais e URLs de vaidade. Atualmente, a atribuição de pixel é ativamente utilizada. Para o YouTube, isso é mais difícil, e ele é frequentemente considerado uma ferramenta de branding.

    Quais orçamentos são alocados para podcasts?

    Geralmente, são orçamentos de áudio. Em alguns casos, orçamentos de influenciadores podem ser usados, especialmente se a empresa não tiver um orçamento de áudio separado.

    Por que não se deve investir apenas em grandes podcasts?

    O investimento excessivo em programas populares pode levar à saturação de anúncios, menor eficácia e pior experiência do usuário, o que, em última análise, prejudica toda a indústria.

    Que habilidades são necessárias para avançar na mídia?

    É importante não apenas fazer bem o seu trabalho, mas também tomar a iniciativa, interessar-se pelas tarefas dos colegas superiores, fazer perguntas e oferecer ajuda. Isso demonstra um desejo de desenvolvimento e uma compreensão do panorama geral.

    Em conclusão, embora os videopodcasts estejam ganhando força, os formatos de áudio continuam sendo uma parte fundamental do cenário da mídia. Não devemos esquecer o valor do áudio e sua capacidade de atrair o público. Para aqueles que desejam mergulhar mais fundo no mundo dos podcasts e sua monetização, é importante considerar tanto o vídeo quanto o áudio, e adaptar-se constantemente aos métodos de medição de eficácia em constante mudança. Continue a explorar, fazer perguntas e desenvolver-se para permanecer na vanguarda da indústria da mídia.